terça-feira, 22 de maio de 2018

Dia da mãe

"O coração de mãe não é só um músculo que bate sem parar. É um lugar mágico onde acontecem as mais extraordinárias das coisas...
O coração de mãe está ligado a cada coração de filho por um fio fininho quase invisível. É por causa desse fio que tudo o que acontece aos filhos faz acontecer alguma coisa dentro do coração de mãe." - Isabel Minhós Martins, in Coração de Mãe

No dia 4 de maio (sexta-feira) foi feita uma surpresa para as mães da nossa sala! 
No dia anterior, no momento da cultura alimentar, preparamos um delicioso doce de cereja para juntar ao lanche pensado para este dia tão especial. 


Construímos um cartaz, com letras feitas através de pinturas com carimbos e pincéis, que penduramos junto à mesa do lanche.


Depois de tudo preparado para a receção das nossas convidadas especiais, as mães chegaram, realizando connosco a atividade destinada a este momento. 
Como prenda para as mães, cada criança pintou um vaso, a seu gosto. Uns dias antes do grande dia, fomos à loja das sementes junto à nossa escola comprar bolbos de gladíolos que, segundo o vendedor das sementes e plantas, seria uma flor que iria crescer rápido nesta altura do ano! Com as mães, plantamos o bolbo na terra colocada dentro de cada vaso, esperando ansiosamente o crescimento deste pequeno ser, regado todos os dias com água, amor e carinho. 





Depois da atividade e do lanche, vivemos ainda momentos únicos com as mães, dentro da nossa sala, onde contamos histórias, construímos puzzles e brincamos juntos. 


Obrigada a todas as mães pela vossa presença, foi sem dúvida um momento único, especial e muito significativo para cada um/a dos/as vossos/as filhos/as! 

sábado, 5 de maio de 2018

Experiência "Explosão de cores"

Depois de assistirmos à história "Rainha das Cores" e de nos fascinarmos com a forma como as cores se misturam resultando em novas cores, sugeriu-se ao grupo fazermos uma experiência, a "Explosão de cores".

Num prato deitamos um pouco de leite e fomos deixando cair gotas de corantes alimentares. Com palitos molhados em detergente da loiçã, fizemos as cores "explodirem". Ao fazê-lo foi possível observar as cores a misturarem-se, formando assim novas cores.


Pela curiosidade e interesse demonstrados, esta experiência foi bastante vivenciada e explorada pelo grupo. Muito atentos, adoramos ver a forma como as cores se misturaram em ondas.

Aprendemos a fazer iogurtes!

O pai da H., o Jorge, sugeriu vir à nossa sala ensinar-nos a fazer iogurtes naturais, como já é habitual fazerem em casa.

No dia combinado, com tudo o que precisavamos, recebemo-lo na nossa sala e, muito curiosos ouvimos atentamente tudo o que se dizia.


Para a preparação do iogurte e fermentação do mesmo, precisamos de dois litros de leite, dois iogurtes naturais, um termómetro para culinária, frascos, uma geleira e um cobertor.

Comecamos por ajudar a colocar o iogurte natural em taças...


... e depois assitimos, pacientemente, o pai da H. a ferver o leite até à temperatura ideal.


Por fim, misturamos o leite fervido aos iogurtes que já estavam nos frascos, tapamos com o cobertor e colocamo-los dentro da geleira para fermentarem.


No dia seguinte, depois de colocarmos os frascos no frigorífico, os iogurtes estavam prontos para o nosso lanche.


E estavam tão bons!

Obrigada pai da H. pela visita!

domingo, 8 de abril de 2018

Contar histórias.... no teto!

Na nossa agenda existe um momento dedicado à dinamização de histórias que podem ser escolhidas da nossa biblioteca ou trazidas de casa.
Num destes dias, o E.F. trouxe uma caneta que tinha uma pequena lanterna na ponta e que quis mostrar durante o acolhimento de manhã ao grupo.
Em conversa, lembramo-nos que tínhamos na sala uma história adaptada do "Capuchinho Vermelho", feita de recortes de sombras. Combinamos então contar esta história de uma forma diferente.... deitados no chão e de lanterna na mão a projetar as sombras da história no teto!


Gostamos tanto da experiência que quisemos partilhá-la com a sala da Marta Reis. Convidamo-los a vir à nossa sala e quando chegaram tinham todo um ambiente criado à sua espera... uma música calma para um ambiente tranquilo, que foi escurecendo lentamente, e um espaço para nos deitarmos preparado com colchões, mantas e almofadas.



sábado, 7 de abril de 2018

Construíndo memórias...

Existem dias especiais que nos proporcionam momentos de diversão e cumplicidade com  aqueles que nos são mais próximos - a nossa família.
Todas as oportunidades que surgem nunca são de mais para criarmos e construirmos as nossas memórias juntos. Memórias essas que construímos todos os dias com os nossos pais, mães, avós e tios.


O resultado? 
Construções cheias de significado!




quinta-feira, 22 de março de 2018

Trabalhar de portas abertas é ganhar em cada partilha!

"A interação entre crianças de diferentes salas é constante e acontece com grande frequência e naturalidade. Convites para experimentar uma nova técnica de expressão plástica, ouvir uma história, comunicar um projeto ou ir ao parque são situações comuns de acontecerem numa escola em que as portas estão abertas." (Folque, Bettencourt e Ricardo)

A sala da Mariana veio à nossa sala ensinar-nos a semear feijões. Levaram todos os materiais necessários como algodão, os feijões e copos de plástico para, também nós, semearmos os nossos feijões.



Enquanto regressavamos da biblioteca da escola, o J.S pediu para ver a irmã que está no Bercário. Quando entramos, fomos surpreendidos por uma sessão que estava a acontecer e à qual fomos convidados a assistir.



A E. trouxe para mostrar aos amigos berlindes de vários tamanhos. Logo, surgiu a ideia de pintarmos com eles.
Depois de o fazermos, a E. quis partilhar com a sala da Marta R. esta nova técnica de pintura.



Na sala da Marta B. surgiu a curiosidade sobre os porquinhos da Índia e as diferenças entre estes e os coelhos. 
Nessa altura,  recebemos convidados especiais na nossa sala, a Letras e o Punk, que apresentamos à sala da Marta.



É nestas partilhas que vamos crescendo e que vamos validando socialmente o que aprendemos. Os outros aprendem connosco e nós sentimo-nos competentes e confiantes com as nossas descobertas.