quarta-feira, 30 de outubro de 2019

"O que são pirâmides Egípcias?"

O J. quis partilhar com os amigos um livro com elementos característicos de alguns países do mundo.  
Enquanto mostrava ao grupo o seu livro, parou num país que lhe desperta especial curiosidade - o Egipto. Como elemento característico deste país estava, entre outros, a Pirâmide Egípcia. 

Logo surgiu a questão "O que são Pirâmides Egípcias?" e um pequeno grupo quis iniciar um projeto para descobrir a sua resposta.

Começamos por perceber o que cada um pensava saber sobre o que é uma Pirâmide Egípcia e, durante essa conversa, surgiu outra questão "O que é um Faraó?"

"Acho que é um tubo com múmias. Eu vi o filme do Imotep!" J.
"Acho que é a casa das múmias."P.B.
"Têm uma cabeça quase a fingir." M.E.
"As Pirâmides não têm cabeça..." D.


Para descobrirmos fomos à biblioteca da escola procurar livros que nos ajudassem, mas achamos que não era o suficiente.... 


Decidimos, então, perguntar nas outras salas se tinham algum livro com mais informaçõres sobre o assunto.

Fomos à sala do 1º Ciclo, à sala da Xana e à sala da Mariana e da Sara...


Procurámos no computador e começamos a recolher toda a informação que encontramos.


Para juntarmos tudo o que descobrimos sobre as Pirâmides quisemos construir um livro e uma pirâmide em 3D.


No decorrer do projeto, depois de sabermos que o 1º Ciclo estava a fazer um projeto sobre o Egipto, achamos que seria uma boa ideia convidá-los para nos ajudarem na construção da Pirâmide. 
Com a sua ajuda fizemos um plano da construção da Pirâmide, em que decidimos como iríamos construí-la e que materiais seriam necessários. 


Por fim, comunicamos o projeto ao restante grupo, ao 1º Ciclo e à sala da Mariana.


terça-feira, 15 de outubro de 2019

Plantamos Chuchu

Depois de descobrirmos mais informação sobre o fruto Chuchu, a Tânia, mãe do S., propôs vir à nossa sala ensinar-nos a plantá-lo.

Primeiro, o S. e a mãe mostraram-nos todo o material necessário para conseguirmos plantar o chuchu.


De seguida, como já sabíamos o que fazer, ajudamos o S. e a mãe nesta tarefa... 
primeiro colocamos um pouco de terra no vaso.



Enterramos o Chuchu e cobrimi-lo com mais terra. 


Depois foi preciso regá-lo com ajuda de um regador.


Agora estamos à espera de ver a planta do chuchu a crescer na nossa sala!

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

"Dos pés à cabeça"

As histórias fazem parte do nosso dia a dia e o seu conto é um dos momentos mais esperados por todos nós! 

Todos os dias, a escolha é muita... desde as histórias que vamos buscar à nossa biblioteca, às histórias que trazemos de casa para partilharmos com os amigos e, por isso, tentamos sempre arranjar novas formas de as contar.

O Pedro B. trouxe a história "Dos pés à cabeça" para contar aos amigos. Gostamos tanto da história, que quisemos construí-la num grande livro para ficar ao nosso acesso, na biblioteca de sala. Depois de decidirmos como a iríamos construir e de percebermos que não existiam personagens suficientes para todos nós, organizamo-nos por pares.


Depois de construída a história, convidamos as salas da Mónica, Mafalda e Marta Reis para assistirem ao seu reconto.


segunda-feira, 30 de setembro de 2019

O Cacau e o chocolate

Numa viagem que o pai do X., o João, fez a São Tomé teve a oportunidade de conhecer um pouco sobre a produção do cacau e do chocolate que com ele é produzido. 
O X., que gostou de conhecer este fruto e a forma como é cultivado, propôs com os pais virem à nossa sala, para partilharem connosco os seus conhecimentos sobre o assunto.

Começaram por nos mostrar onde fica São Tomé no globo. Observamos o fruto inteiro e como ele é por dentro. Ficamos também a saber que o chocolate é cultivado em grandes campos de plantações e é produzido através das sementes do fruto do Cacau. 

E, claro, provamos o chocolate!


Obrigada família Simões!

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

O que trouxemos das nossas férias

As novidades sobre as nossas férias que queremos partilhar com os nossos amigos sobre passeios que demos, sobre objetos da natureza que encontramos nas nossas aventuras ou dos doces deliciosos que os nossos avós nos fizeram, começaram a chegar à nossa sala.

Estas partilhas ajudam-nos a, não só sentir o espaço da sala como nosso cheio de evidências das nossas vivências e experiências pessoais que são alargadas a todo o grupo, mas também a ganhar um sentimento de pertença ao grupo. Grupo esse que nos dá espaço para falarmos sobre o que é importante para cada um de nós, com crescente respeito. 


Se, por um lado, as novidades que trazemos de casa e que partilhamos com os outros nos ajudam a reconhecer o espaço da sala como nosso, por outro, proporcionam-nos oportunidades para refletirmos e questionarmo-nos sobre o que observamos e ouvimos, levando-nos a novas aprendizagens e descobertas.

O S. trouxe doce de tomate e de chuchu que a avó fez durante as férias, para nós provarmos.


Alguns de nós não quiseram provar o doce de tomate... outros não quiseram provar o doce de chuchu e outros não quiseram provar nenhum dos dois. Aproveitámos estas preferências para fazermos descobertas matemáticas durante o tempo comparticipado, à tarde.


Como não sabíamos o que é um Chuchu, um pequeno grupo, resolveu pesquisar e descobrir que alimento é este.
Fomos à nossa biblioteca procurar livros que nos ajudassem e pesquisamos através do computador. Com as informações que conseguimos recolher sobre o Chuchu, - que é um fruto, que cresce numa planta e que podemos fazer várias receitas culinárias com ele - fizemos um cartaz para comunicarmos ao restante grupo as nossas descobertas.





Visita ao Museu Calouste Gulbenkian

Os passeios e as visitas às várias ofertas educativas e culturais que existem são fundamentais para estabelecer um contacto com a herança cultural, construída pela sociedade ao longo do tempo.

A importância que damos ao contacto com a cultura permite, desde muito cedo por parte das crianças, não só apropriarem-se de conhecimentos que são enriquecidores, mas também permite-lhes aqduirirem o gosto e sentido crítico nas várias áreas da nossa herança cultural. Permite-lhes, ainda, ganhar consciência enquanto autores das suas próprias produções.

Numa ida ao Museu Gulbenkian, fizemos a visita-jogo "Exploradores de sons" em que tivemos a oportunidade de olhar para as obras através dos sons que cada uma nos desperta. Para a escola, levamos uma caixa onde guardamos todos os sons que encontramos!


Quando saímos do museu, fomos passear pelos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian que têm algumas esculturas e ainda vimos patos, tartarugas e peixes.