quinta-feira, 22 de março de 2018

Trabalhar de portas abertas é ganhar em cada partilha!

"A interação entre crianças de diferentes salas é constante e acontece com grande frequência e naturalidade. Convites para experimentar uma nova técnica de expressão plástica, ouvir uma história, comunicar um projeto ou ir ao parque são situações comuns de acontecerem numa escola em que as portas estão abertas." (Folque, Bettencourt e Ricardo)

A sala da Mariana veio à nossa sala ensinar-nos a semear feijões. Levaram todos os materiais necessários como algodão, os feijões e copos de plástico para, também nós, semearmos os nossos feijões.



Enquanto regressavamos da biblioteca da escola, o J.S pediu para ver a irmã que está no Bercário. Quando entramos, fomos surpreendidos por uma sessão que estava a acontecer e à qual fomos convidados a assistir.



A E. trouxe para mostrar aos amigos berlindes de vários tamanhos. Logo, surgiu a ideia de pintarmos com eles.
Depois de o fazermos, a E. quis partilhar com a sala da Marta R. esta nova técnica de pintura.



Na sala da Marta B. surgiu a curiosidade sobre os porquinhos da Índia e as diferenças entre estes e os coelhos. 
Nessa altura,  recebemos convidados especiais na nossa sala, a Letras e o Punk, que apresentamos à sala da Marta.



É nestas partilhas que vamos crescendo e que vamos validando socialmente o que aprendemos. Os outros aprendem connosco e nós sentimo-nos competentes e confiantes com as nossas descobertas.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Dinossauros vs Dragões

Na nossa sala temos, como um dos instrumentos de regulação do grupo, o Diário de sala, que nos ajuda a recolher as propostas que surgem através do grupo, das famílias e da comunidade escolar.  Após o registo, as propostas são comunicadas ao grupo e, assim que possível, concretizadas.
Neste sentido, a família Faria sugeriu no nosso Diário de Sala, que descobrissemos o que os Dinossauros e os Dragões têm em comum e de diferente, uma vez que este é um grande interesse do E..
Quando a ideia foi transmitida ao grupo, a motivação foi grande, já que este é também um interesse comum da maioria das crianças.
O grupo que ficou responsável por descobrir mais sobre o assunto, foi à biblioteca procurar livros e histórias que nos ajudassem a recolher as informações necessárias.



Depois de selecionada a informação, quisemos construir um Dinossauro e um Dragão. A sala da Mariana soube e deu-nos caixas grandes que tinham na sala e já não precisavam.


Depois de votarmos no Dinossauro que queríamos construir, fizemos um projeto com os materiais necessários e a forma do Dinossauro, para nos ajudar na concretização.



No final, construímos um cartaz com todas as nossas descobertas que, mais tarde, foi partilhado com a sala da Mariana e o resto da comunidade escolar numa exposição.



quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Histórias com significado

A A. ofereceu-nos uma história que gosta muito de ouvir em casa com os pais e que nós ainda não conhecíamos - "Bicas e o Azul". 
Muito entusiasmada para a partilhar com os amigos, logo se disponibilizou para ajudar a contá-la. Como gostamos muito da história e na nossa agenda semanal temos um momento dedicado à dinamização de histórias, decidimos fazer o seu reconto, valorizando as partes que mais nos fizeram sentir e ilustrando-o com os nossos desenhos. 
Depois de concluído o reconto, um pequeno grupo de crianças apresentou a história  às restantes.




Mas não ficamos por aqui!


Porque não construirmos os recursos para apresentarmos a história com fantoches? E assim foi.

Começamos por construir o fantocheiro que pintamos e ao qual acrescentamos pequenos detalhes que nos ajudaram a caraterizar o cenário da história.


Por fim, depois de ouvirmos a história, desta vez com fantoches, foi a nossa vez de experimentarmos e adoramos!


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Da mão da H. para a comunidade escolar... Transformamos avelãs em bolachas!

Logo pela manhã, a H. trouxe um saco cheio de avelãs, que apanhou com os pais durante um fim de semana, e que, muito satisfeita, quis partilhar connosco.
Algumas avelãs ainda vinham agarradas aos ramos, juntamente com pequenas folhas que conseguimos observar.


Depois de pensarmos o que podiamos fazer com as avelãs, decidimos fazer bolachas. Reunimos todos os ingredientes e utensílios necessários e, em conjunto, fizemos a massa...


Com a massa pronta, moldámo-la em pequenas bolas que, antes de se colocarem no tabuleiro, foram espalmadas. 
Na hora do lanche, as nossas bolachas estavam prontas e bem deliciosas!


Quando voltamos para a sala, resolvemos aproveitar esta sessão de culinária para explorar alguns conceitos matemáticos.

Com um pouco de plasticina, fizemos o número de bolas correspondente ao número de bolachas de avelã que tínhamos feito. Depois, as bolas de plasticina foram distribuídas por todos  e percebemos que alguns de nós tinham menos bolas do que outros. 


Voltamos a distribuir, desta vez por igual, e contamos quantas bolas sobraram. 



No final, registamos o número de bolachas que tínhamos, o número de bolachas que cada um de nós comeu e quantas sobraram.




As bolachas que sobrararam foram partilhadas com as outras salas.


terça-feira, 28 de novembro de 2017

Espetáculo Mozartini

Algumas semanas atrás, visitamos o teatro Armando Cortez para assistir ao espetáculo "Mozartini", onde fomos recebidos num ambiente acolhedor e mágico que apelava a todos os nossos sentidos.

Através de pulsações, compassos e andamentos  fomos transportados para o mundo do grande compositor Mozart.


Foi, sem dúvida, um espetáculo envolvente e enriquecedor para todos nós!

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Quando a curiosidade de uns contribui para a aprendizagem de todos…

Enquanto utilizavam tesouras, o V. reparou que ele e a E. tinham tesouras de cor verde, uma verde claro e outra verde escuro.

“E. são iguais!” (V. )
“Não, essa não é verde.”(E. )
“É, é!” (V. )

Para saberem se as duas tesouras eram verdes ou não,  foi-lhes sugerido que fizessem uma experiência... 
Numa folha, colocaram um pouco de tinta verde e enquanto a E. juntava a tinta branca, o V. misturou as duas cores. Durante este processo, perceberam que ao juntar a tinta branca criaram a cor Verde claro. Decidiram, então, repetir este processo, mas agora com o Azul.


Contentes com a descoberta que tinham feito, partilharam-na com todo o grupo.


Após a comunicação, rapidamente surgiu no grupo a vontade de fazerem as suas próprias experiências. Então, cada criança escolheu duas cores, criando novas cores, e no final todos partilharam as suas produções...